domingo, 19 de abril de 2009
Pedro Henriques - o comentador lixo
Isto não são comentários, são castigos auditivos!
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Shéu em Entrevista ao Sol
agradeço ao leitor Carlos por ter enviado o pdf, e ao amigo Varela pela dica do Scribd
terça-feira, 7 de abril de 2009
A "Preocupação" Com os Guarda Redes
Já nem durmo! Que grande procupação.
Se o Moreira não se queixou não estou a ver qual é o problema...
Encomenda a José Delgado?
Hoje Delgado atira-se a Quique com autoridade. Cheira-me a encomenda da Direcção para ir tendo motivos para interromper o projecto caso o Benfica não chegue ao 2º lugar. Ou terá sido tudo da cabeça do advogado jornalista?
Quadratura do círculo
Quique não tira o melhor de cada jogador Porque são compatíveis com o sistema
Por
josé manuel delgado
FALTA então saber por que razão bons jogadores não fazem uma boa equipa. Do ponto de vista físico, passado o impacto inicial, atribuível a uma alteração de métodos, a verdade é que a condição actual está longe de impressionar. Essa realidade ficou à vista de todos no jogo contra um Estrela da Amadora que treina às prestações e nem às prestações recebe salários. Do ponto de vista táctico, o mínimo que pode dizer-se é que os encarnados têm vivido numa maré de equívocos.
LOGO à partida, Quique Flores pretendeu um modelo de 4x2x3x1, manifestamente desadequado para o plantel de que dispunha. Optar por um só avançado (tendo Cardozo, Suazo e Nuno Gomes) era redutor, e se na esquerda Reyes e Di María davam conta do recado, na direita o megaflop que dá pelo nome de Balboa, deixou o Benfica ferido de asa, obrigado a adaptar ou Rúben Amorim ou Di María. àquele sector.
OUTRO problema grave tem a ver com o duplo-pivot. Está à vista de todos que Yebda não completa Katsouranis, e apesar da irregularidade de Carlos Martins, o antigo sportinguista não pode ser uma carta fora do baralho, tão-pouco Rúben Amorim tem de ser sacrificado junto à linha quando rende muito mais por dentro. Tantos equívocos, num plantel formatado para jogar em 4x4x2 em losango, não podem ter um bom fim. E, das duas uma: ou muda Quique, ou muda o Benfica... de Quique.
RECUANDO no terreno, percamos algum tempo com a defesa do Benfica. Com Maxi e Luisão indiscutíveis e a experiência de David Luiz na esquerda... a mostrar-se sofrível, que se terá passado para que um jovem com a qualidade de Sidnei tenha passado para última opção? Perante a ausência de Luisão, no domingo, apostar em David Luiz para o meio e deixar Sidnei (que, pese embora o valor de Miguel Vítor, é mais jogador e devia ser titular) no banco não lembraria nem a... Koeman.
Epara finalizar, Pablo Aimar. Como é possível que o Benfica tenha recuperado fisicamente um dos melhores 10 do Mundo e o encoste à esquerda, a fazer de 11? Mete-se pelos olhos dentro que Aimar, neste contexto, deve actuar nas costas de Nuno Gomes e Cardozo, apoiado por trás por Rúben Amorim, Katsouranis e Reyes.
SE Quique Flores não arrepiar caminho, dificilmente o Benfica chegará à segunda pré da Liga dos Campeões, muito menos ao título nacional. Para uma equipa jogar como os encarnados fizeram na Reboleira, a explicação de que foi uma noite má não serve, é apenas poeira para os olhos.
QUANDO o Benfica arrancou para a época de 2008/09, foram criadas expectativas muito altas em torno da equipa que ia ser construída. Com Rui Costa ao leme do futebol, a questão do treinador (depois de Queiroz e Eriksson terem declinado) foi resolvida com um nome bem visto pela generalidade dos observadores e adeptos, o espanhol Quique Flores, e, com os olhos no título, foram chegando reforços sonantes.
UMA vez escolhido o treinador, o esboço da equipa tornou-se deveras entusiasmante para a nação encarnada, só assim se explicando a excelente afluência de espectadores ao estádio da Luz. Aimar, Balboa, Carlos Martins, Yebda, Reyes, Rúben Amorim, Sidnei, Suazo foram os nomes que fizeram sonhar os benfiquistas e prometeram bom futebol. Porém, salvo raras e honrosas excepções, ficaram-se pelas promessas...
INDISCUTÍVEL, absolutamente pacífico em todos os quadrantes, parece ser o facto do Benfica jogar claramente abaixo dos mínimos exigíveis. A confrangedora apresentação na Reboleira, no passado domingo, foi apenas a mais recente (e a mais gritante!) manifestação de incapacidade colectiva dos encarnados. Sem ideias, sem confiança, sem mecanização, sem solidariedade, enfim, sem nada daquilo de que são feitos os campeões, eis o retrato, pouco lisonjeiro mas realista, do Benfica de 2008/2009.
QUIQUE FLORES argumenta que a equipa tem mais cinco pontos que o ano passado e está a cinco pontos do primeiro, enquanto que em 2007/08 estava a 16. Todavia, é bom não esquecer que há muitas épocas que o Benfica não tinha um plantel tão bem apetrechado e que, ainda em 2006/07, Fernando Santos, na mesma altura da prova, tinha mais seis pontos do que Quique tem agora e estava a um ponto do líder. Além disso chegou aos quartos-de-final da Taça UEFA!
UMA coisa é certa, quando faltam sete jornadas para acabar a época e o Benfica ainda continua com reais hipóteses de discutir pelo menos o segundo lugar: falta muito, mas mesmo muito, para que os encarnados atinjam um nível de produção média compatível com as expectativas.
ENQUANTO esta realidade não for assumida, os sócios bem podem sonhar com a Champions, o presidente bem pode encontrar meios para contratar jogadores pagos a peso de ouro, que o Benfica não vai a lado nenhum. Mais árbitro, menos árbitro, uns a favor outros contra, a verdade é que este Benfica joga pouco.
Luisão Esclarece os MENTIROSOS
Luisão no programa Resultado Final esta noite na Sport Tv.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
Mau Jornalismo II
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Ainda Estou à Espera...
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Mau Jornalismo
A exibição, de facto, não foi para lembrar e também desagradou aos adeptos encarnados, que ainda na primeira parte deram conta da sua insatisfação com o futebol praticado nas quatro linhas.
«Joguem à bola, joguem à bola», cantaram alto e em bom som.
Isto é MENTIRA! Ninguém na nossa bancada cantou bem alto tal coisa. Nós só apoiámos o Benfica, como tem sido habitual em todos os campos do país.
O que o jornalista deve ter ouvido a determinada altura do jogo foi um cântico com o ritmo igual ao que que costuma ser usado nesse famoso "joguem à bola" mas a nossa letra foi um "pouco" diferente:
"paguem aos homens, palhaços, paguem aos homens"
Foi isto.
Portanto, o jornalista d'A Bola esteve à altura da exibição do Benfica. Um nojo.
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segunda-feira, 9 de março de 2009
Miguel Veloso
LOL
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Diz o Futre
in El País.com
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
O Derby Visto Pela Leonor Pinhão
o árbitro do Sporting-Benfica
Por
leonor pinhão
Um derby é um derby. É especial. É uma civilização. Tem um caderno de encargos, de exigências básicas. Exige, em primeiro lugar, uma grande cidade, ou seja, uma onda cosmopolita sem lugar para saloiadas. Um cenário em grande, não em pequeno. Um diálogo franco entre as partes em oposição. A ferocidade nasce da luz que emana de uma razão por todos conhecida.
Um derby é como a Revolução Francesa. Um antagonismo de estado, a luta de classes, o passado e o futuro.
No presente caso do derby do próximo sábado, estamos em presença de duas bandeiras. A vermelha com o emblema dos órfãos e dos pés-descalços e a verde com o emblema dos viscondes. Ao longo de um século de história deram-se extraordinárias misturas nestes interesses, visto que a cidade é a mesma.
Já o grande Victor Hugo no seu romance épico 93, precisamente sobre a Revolução Francesa, punha o mesmo queixume na boca de um dos seus personagens, lutador pela República: « Meu caro, as queixas são as mesmas do dois lados. Nós estamos cheios de nobres; eles estão cheios de burgueses.»
Um Sporting-Benfica, ou vice--versa, mexe com a cidade e mexe com o País, por força do abençoado centralismo que satisfaz amplamente os dois campos adversários. E mexe com as famílias, com os amigos, com os colegas, com os barbeiros e com os taxistas. No fundo, é uma festa, um arrazoado sem fim.
Já dura há mais de cem anos, o que tem o seu mérito.
Nascem e morrem e nascem os ferrenhos vermelhos e verdes e voltam a morrer e as nascer e a conversa continua igual ao que sempre foi de geração em geração. Contudo, no derby do próximo sábado há a registar algumas variantes no tom com que ambas as partes defendem a sua respectiva bandeira.
Ouçamo-los então. Estão na fila para comprar bilhetes na Agência dos Restauradores, antecâmara da Baixa lisboeta. São irmãos. Um é do Benfica, o outro é do Sporting. Conversam para passar o tempo.
— Isto é que vai ser uma semana levada dos diabos! - diz o sportinguista.
— Dos Diabos Vermelhos?
— Não sejas parvo. Jogamos sábado com vocês, a meio da semana com o Bayern de Munique e no fim-de-semana seguinte com o Porto.
— Desejo-vos muita sorte para o fim-de-semana seguinte.
—Temos no espaço de sete dias jogos da maior importância em duas frentes, a nacional e a internacional. Não sei se o Paulo Bento tem unhas para estas guitarras.
— Olha, o que vocês podiam fazer era contratar esta semana o José Peseiro que deu tão boa conta do recado em 2005, naquela semana em que vocês jogaram connosco na Luz e com o Não-Sei-Quê de Moscovo na final da Taça UEFA, em Alvalade. Ou seja, nas duas frentes.
— O José Peseiro acaba de assinar contrato com a selecção da Arábia Saudita!
— Olha que pena! - respondeu o benfiquista.
— Já leste o relatório José Gonçalves?
— Quem é o José Gonçalves?
— Foi o observador da Liga do FC Porto-Benfica. Deu nota negativa ao teu consócio Pedro Proença por não ter assinalado a grande penalidade cometida pelo Reyes sobre o Lucho.
— Ah, então deve ter sido por isso que o árbitro se confessou «frustrado» no fim do jogo. Eu logo vi… E sobre o penalty que o meu consócio assinalou quando o Lisandro se atirou para o chão, o que é que diz o senhor Gonçalves?
— Diz isto: «Do local onde nos encontramos e uma vez o lance ter ocorrido…»
—«Uma vez»? Muitas vezes nos últimos 25 anos! Até o Jardel deu uma entrevista recentemente e contou como era sempre penalty contra o Benfica quando os nossos defesas lhe sopravam nas costas.
— Cala-te e ouve: «… e uma vez o lance ter ocorrido no vértice mais distante da grande área não nos foi possível vislumbrar…»
— Ah pois, «não vislumbrou»…
— «… não nos foi possível vislumbrar com clareza o desenlace da jogada.»
— Ah, ganda Gonçalves! - gritou o benfiquista.
— E continua: «… aliado ao facto de não terem existido protestos de jogadores da equipa penalizada que aceitaram pacificamente a decisão do árbitro.»
—Tem razão. Os jogadores do Benfica deviam ter corrido todos atrás do nosso consócio Pedro Proença como daquela vez que os jogadores do Porto andaram a correr atrás do José Pratas, em Coimbra, lembras-te?
— Se me lembro… José Pratas, outro grande benfiquista, como tu muito bem sabes, querido mano - fez questão de salientar o irmão sportinguista.
— E o que me dizes à nomeação de mais um árbitro benfiquista para sábado?
— O Xistra? O Baptista? Os manos Costa?
— Não, o Olegário Benquerença, essa grande papoila saltitante, que não viu a bola disparada pelo Petit entrar na baliza do Vítor Baía.
— Não «vislumbrou» queres tu dizer…
O irmão benfiquista suspirou fundo. E desabafou:
— Isto é uma grande injustiça, não concordo nada com as nomeações do Vítor Pereira, apesar de sermos do mesmo clube.
Aqui o irmão sportinguista quase se engasgou tentando disfarçar o riso. Mas logo se recompôs e mudou de assunto:
— Qual era o árbitro que nomeavas para sábado?
— De caras, o Jacinto Paixão.
— Ah, nisso estamos de acordo. Há que dar o lugar merecido às vítimas da cabala patrocinada pelo teu clube.
— É verdade. É que o Jacinto Paixão nunca «vislumbrou» nem fruta, nem café com leite, nem galões claros nem escuros, nada, nunca «vislumbrou» nada. Até porque é outro grande benfiquista, é mais um dos nossos, miseravelmente sacrificado!
— Só não percebo porque é que o Jacinto Paixão continua arredado da arbitragem…
— De facto, há coisas incríveis no futebol português.
— Bonito, bonito, era o Vítor Pereira ter nomeado o Jacinto Paixão para sábado.
— Bonito e justo.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Lançado site em inglês sobre futebol português
A paixão pelo futebol português levou o britânico Tom Kundert a criar, sozinho, um sítio na Internet de informação sobre o "desporto-rei" em inglês, o Portugoal.net.
"Sem qualquer dinheiro investido, só o meu empenho", disse o tradutor, 38 anos, nascido e criado em Inglaterra, mas a viver em Lisboa há 15 anos e que desde 2003 divulga o futebol português em língua inglesa.
Tom Kundert, que se dedica profissionalmente à tradução de textos em língua portuguesa para inglês, realçou que o investimento para a elaboração da página, em Março de 2003, resumiu-se à compra de "revistas de 'web design' e um 'software' de criação de páginas da Microsoft".
"Eu próprio desenhei a página, claro que o resultado foi um sítio muito tosco, mas mesmo assim atraiu uma audiência razoável que me deu motivação para continuar", sublinhou, acrescentando que a disponibilização, de alguns visitantes, para colaborarem com o Portugoal.net o levaram a "investir um bocado e a contratar um profissional para melhorar o design".
Com "três autores diários", os ingleses Tom Kundert e Sean Gillen, que escreve a partir de Londres, e o luso-canadiano Marco Pereira, desde Toronto, o sítio recebe artigos, entrevistas e reportagens de outros sete voluntários, "que gostam do futebol português o suficiente para escreverem sem retorno financeiro", de várias nacionalidades: "Colaboram portugueses, ingleses, um romeno e até um egípcio".
"Alguns têm outros empregos e colaboram por gosto, outros, como é o caso do Sean Gillen, como é novo, tem 24 anos, mostra mais empenho porque quer mesmo entrar no mundo do jornalismo desportivo e encara esta colaboração como um estágio", explicou.
Depois de ter "relançado" recentemente o Portugoal.net, o impulsionador do sítio anuncia "como meta publicar entre 5 a 10 novos artigos todos os dias", para uma "audiência" que "ronda os 3500 e 4000 utilizadores únicos por dia", numa média de "100.000 por mês".
"Temos visitantes do mundo inteiro, mas a maior parte vem dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e, numa proporção menos expressiva, de todos os países da Europa, e apenas 10 por cento de Portugal", frisou Tom Kundert, destacando a consulta do sítio por portugueses no estrangeiro ou luso-descendentes de segunda e terceira geração, "que até gostam do futebol português, mas têm dificuldade em ler as notícias sem ser em inglês".
Na "homepage", o "novo" Portugoal.net disponibiliza, além das notícias mais recentes, as classificações actualizadas das Primeiras Ligas de Portugal, Inglaterra, Espanha, Itália e Alemanha, destacando as equipas onde alinham jogadores portugueses, as mesmas, cujos jogos são acompanhados ao minuto, na secção "live scores".
Sem publicidade, logo sem lucros com o sítio, Tom Kundert justifica a persistência com o gosto pelo futebol, português em particular, e com a "boa imagem" que este tem no estrangeiro.
"O futebol português é muito bem cotado no estrangeiro, acho que os estrangeiros têm uma melhor percepção sobre o futebol português do que os próprios portugueses", concluiu. n
in Lusa
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
No Reino do dragão É Assim
O Benfica queixa-se ainda dos adeptos do clube terem sido impedidos de entrar no estádio na primeira parte, sendo que só tiveram acesso às bancadas já perto do intervalo. Os lisboetas estranham este comportamento, que não se verificou no jogo da primeira volta na Luz.
in Record
Entrada das claques causou indignação
O atraso na entrada das claques benfiquistas gerou forte indignação entre os responsáveis benfiquistas. Os apoiantes encarnados chegaram cedo ao Estádio do Dragão, de forma a conseguirem entrar no recinto antes do início da partida. No entanto, os elementos do clube da Luz alegam que as forças de segurança do estádio impediram a entrada das claques, quando estas estavam prontas cerca de 40 minutos antes do jogo, com os simpatizantes benfiquistas a subirem às bancadas apenas durante o decorrer da primeira parte. Os responsáveis do Benfica exigem igualdade de tratamento, alegando que este atraso não sucedeu no encontro da primeira volta, no Estádio da Luz, com as claques dos dragões.
in O Jogo
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Obrigado ao Ricardo Cunha
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Encarnado e Branco na Antena3
jgindiegente.mp3 -
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Hoje no Ar na Antena3
Mais logo.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Estou com o boloposte
terça-feira, 21 de outubro de 2008
O Benfica Vende Muito...

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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Imprensa Desportiva Pior Que a Selecção

Aguardei com curiosidade para ver a capa d'A Bola. Depois da edição de domingo ter sido inteiramente dedicada a um árbitro italiano que os nossos jornalistas elegeram como culpado de Portugal não ter ganho hoje esperava nova invenção com muita imaginação.
Mas afinal hoje lembraram-se de Scolari!
A capa de hoje deixa-me ainda mais perplexo que a de domingo passado.
Para começar isto nem é original. Se eu fosse um rapaz com a mania da perseguição até ia pedir direitos de autor por esta ideia, já que logo no jogo com a Dinamarca este espaço teve uma saída parecida como podem comprovar no arquivo: portugal - dinamarca
A seguir ao jogo de Alvalade o mesmo jornal explicou à nação ( e nem falo do Record e O Jogo que para mim contam pouco ) que perdemos mas agora estamos a jogar muito melhor!
Pois claro que estamos. Tem sido um regalo para os olhos.
A seguir ao jogo com a Suécia escrevi que andámos 10 anos para trás com este regresso de Queirós. Ou mesmo 20. Hoje não tenho dúvidas nenhumas que andámos 20 anos para trás. E ontem com a Albânia foi mesmo um jogo a lembrar os anos 80. Só faltou vir explicar que jogar contra 10 é muito mais complicado.
Os puristas queriosianos, e os anti-scolari, continuam a argumentar coisas. Coisas parvas como a qualidade do futebol da era Scolari.
Mas o que isso interessa? O que interessa é isto: há um ano depois do empate duplo em casa com Polónia e Sérvia , além de ter defendido Scolari na polémica do soco, eu escrevi que não tinha dúvidas que iamos estar presentes no Euro.
Hoje tenho muitas, muitas dúvidas se vamos ao Mundial. Diferenças. Mas se calhar eu também sou dos burros.
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Confiança do "Terceiro Anel" na Equipa

Sondagem do jornal A Bola
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