terça-feira, 12 de maio de 2009
Moretto Fala ao Globoesporte
Goleiro do Benfica, que fechou o gol contra o Barça em 2006 e pegou até pênalti do Gaúcho, fica animado com rumor sobre troca-troca com Bruno
por Rodrigo Sirico Rio de Janeiro
O Barcelona que ganhou a Liga dos Campeões de 2006 teve de destronar pelo caminho adversários do primeiro escalão no futebol mundial, como os ingleses Chelsea e Arsenal e o italiano Milan. Mas engana-se quem pensa que o duelo com o Benfica, pelas quartas-de-final, foi fácil. Depois de perder um caminhão de gols e empatar em 0 a 0 em Lisboa, o Barça enfim venceu por 2 a 0 no Camp Nou e se classificou. Antes de balançar a rede, o time catalão teve um pênalti perdido por Ronaldinho. O Gaúcho parou nas mãos de outro brasileiro: o goleiro Marcello Moretto, destaque maior daquele confronto.
- Foi o momento mais alto da minha carreira. Estava acostumado a ver a Liga dos Campeões pela TV no Brasil. De repente estava lá, ouvindo aquele hino da Liga, que é demais. Eu me destaquei muito também contra o Liverpool, quando fui muito bem e o Benfica os eliminou, eles que eram os campeões. Depois teve o jogo contra o Barcelona, na Luz, que foi 0 a 0 mas que era para ser no mínimo cinco para o Barcelona - lembrou Moretto, ex-Portuguesa de Desportos, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.
O goleiro teria ainda boa atuação no jogo de volta, no Camp Nou. Ronaldinho teve um pênalti por cobrar logo no início da partida e bateu forte, à meia altura, no canto direito de Moretto, que voou e espalmou.
- Eu já tinha acompanhado os últimos três que ele bateu. Um jogo antes, ele cobrou no lado contrário. Esperei um pouco para pular, para atrapalhar ele, e deu certo - acrescentou Moretto, que não foi capaz de segurar o melhor ataque da Europa naquela época e viu o sonho do título descer pelo ralo.
As atuações do brasileiro no gol benfiquista eram a continuidade ao bom trabalho que ele desempenhou no Vitória de Setúbal. O desempenho de Moretto fez com que Porto e Benfica brigassem pela contratação do goleiro, que acabou por sair da história com a imagem um pouco arranhada, acusado de acertar com um clube e depois voltar atrás.
Conforme o próprio Moretto conta, pressões diversas minaram sua situação junto ao Benfica. Além do desgaste pela briga Benfica x Porto, o brasileiro viu a imprensa portuguesa pedir, às vésperas da Copa do Mundo, a escalação de Quim, goleiro da seleção.
- O Quim era o goleiro titular do Benfica, e ele era da seleção. Ele estava sem levar gols havia quatro jogos e eu cheguei, fiz três treinos e virei titular. Aquilo não caiu bem entre os adeptos (torcedores). Naquela altura eu havia sofrido apenas três gols em 16 jogos. Para a imprensa eu era o melhor goleiro de Portugal e de repente passei a ser o pior. Era época de Copa, a imprensa começou a pressionar e houve um desgaste com os adeptos. Até chegar ao ponto em que eu vi que não dava para continuar, e fui para a Grécia - disse Moretto, referindo-se à sua passagem por empréstimo ao AEK (temporada 2007-2008).
Os dias em Atenas foram muito bons, conta o goleiro. O AEK chegou a mostrar interesse em ficar com Moretto em definitivo, mas não houve acordo financeiro com o Benfica e ele foi devolvido aos encarnados no início desta temporada. Sem espaço no clube (é o terceiro goleiro), o brasileiro, que tem contrato até 2011, não esconde a vontade de sair. E não só do Benfica.
- Quero ir embora de Portugal. Há dois ou três clubes daqui com interesse, mas quero ir embora de Portugal. Com todo este desgaste, aqui, se eu tomo gol de pênalti, é falha minha. Dou prioridade se surgir algum negócio no Brasil, já que estou há quase seis anos aqui. Minha esposa e minhas filhas já falaram no interesse em voltar para o Brasil. Mas vamos aguardar este dois meses do fim desta época (temporada) e do início da outra para resolver - declarou Moretto, que usa termos como do português europeu (adeptos, época e guarda-redes, por exemplo) seguidamente ao falar.
Futuro no Flamengo? Goleiro gosta da ideia
Moretto, 31 anos, revela ter propostas de clubes da Romênia e da Turquia e ainda sondagens de clubes ingleses e espanhóis. Mas para vingar uma transferência num grande centro, o goleiro precisa ter o passaporte italiano, que ele acredita conseguir até junho.
Para o futebol brasileiro, Moretto revela que não há proposta oficial. Mas um rumor surgido na mídia portuguesa o faz sonhar: jogar pelo Flamengo .
- Houve uma conversa através da imprensa sobre a possibilidade de haver uma troca caso o Bruno saísse do Flamengo para o Benfica. Eu entraria na negociação. O Benfica está interessado nele e haveria a possibilidade de eu voltar para o Brasil. Quem não gostaria de jogar no Flamengo? É um clube que eu admiro, um clube grande, tem a maior torcida do país. É um clube que luta por objetivos e minha vontade é essa, ser campeão, jogar uma Libertadores... O Flamengo tem estes requisitos, um clube que briga sempre, tem uma torcida fanática e você joga sempre sobre pressão. Isso é que é gostoso - finalizou Moretto.
por Rodrigo Sirico Rio de Janeiro
O Barcelona que ganhou a Liga dos Campeões de 2006 teve de destronar pelo caminho adversários do primeiro escalão no futebol mundial, como os ingleses Chelsea e Arsenal e o italiano Milan. Mas engana-se quem pensa que o duelo com o Benfica, pelas quartas-de-final, foi fácil. Depois de perder um caminhão de gols e empatar em 0 a 0 em Lisboa, o Barça enfim venceu por 2 a 0 no Camp Nou e se classificou. Antes de balançar a rede, o time catalão teve um pênalti perdido por Ronaldinho. O Gaúcho parou nas mãos de outro brasileiro: o goleiro Marcello Moretto, destaque maior daquele confronto.
- Foi o momento mais alto da minha carreira. Estava acostumado a ver a Liga dos Campeões pela TV no Brasil. De repente estava lá, ouvindo aquele hino da Liga, que é demais. Eu me destaquei muito também contra o Liverpool, quando fui muito bem e o Benfica os eliminou, eles que eram os campeões. Depois teve o jogo contra o Barcelona, na Luz, que foi 0 a 0 mas que era para ser no mínimo cinco para o Barcelona - lembrou Moretto, ex-Portuguesa de Desportos, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.
O goleiro teria ainda boa atuação no jogo de volta, no Camp Nou. Ronaldinho teve um pênalti por cobrar logo no início da partida e bateu forte, à meia altura, no canto direito de Moretto, que voou e espalmou.
- Eu já tinha acompanhado os últimos três que ele bateu. Um jogo antes, ele cobrou no lado contrário. Esperei um pouco para pular, para atrapalhar ele, e deu certo - acrescentou Moretto, que não foi capaz de segurar o melhor ataque da Europa naquela época e viu o sonho do título descer pelo ralo.
As atuações do brasileiro no gol benfiquista eram a continuidade ao bom trabalho que ele desempenhou no Vitória de Setúbal. O desempenho de Moretto fez com que Porto e Benfica brigassem pela contratação do goleiro, que acabou por sair da história com a imagem um pouco arranhada, acusado de acertar com um clube e depois voltar atrás.
Conforme o próprio Moretto conta, pressões diversas minaram sua situação junto ao Benfica. Além do desgaste pela briga Benfica x Porto, o brasileiro viu a imprensa portuguesa pedir, às vésperas da Copa do Mundo, a escalação de Quim, goleiro da seleção.
- O Quim era o goleiro titular do Benfica, e ele era da seleção. Ele estava sem levar gols havia quatro jogos e eu cheguei, fiz três treinos e virei titular. Aquilo não caiu bem entre os adeptos (torcedores). Naquela altura eu havia sofrido apenas três gols em 16 jogos. Para a imprensa eu era o melhor goleiro de Portugal e de repente passei a ser o pior. Era época de Copa, a imprensa começou a pressionar e houve um desgaste com os adeptos. Até chegar ao ponto em que eu vi que não dava para continuar, e fui para a Grécia - disse Moretto, referindo-se à sua passagem por empréstimo ao AEK (temporada 2007-2008).
Os dias em Atenas foram muito bons, conta o goleiro. O AEK chegou a mostrar interesse em ficar com Moretto em definitivo, mas não houve acordo financeiro com o Benfica e ele foi devolvido aos encarnados no início desta temporada. Sem espaço no clube (é o terceiro goleiro), o brasileiro, que tem contrato até 2011, não esconde a vontade de sair. E não só do Benfica.
- Quero ir embora de Portugal. Há dois ou três clubes daqui com interesse, mas quero ir embora de Portugal. Com todo este desgaste, aqui, se eu tomo gol de pênalti, é falha minha. Dou prioridade se surgir algum negócio no Brasil, já que estou há quase seis anos aqui. Minha esposa e minhas filhas já falaram no interesse em voltar para o Brasil. Mas vamos aguardar este dois meses do fim desta época (temporada) e do início da outra para resolver - declarou Moretto, que usa termos como do português europeu (adeptos, época e guarda-redes, por exemplo) seguidamente ao falar.
Futuro no Flamengo? Goleiro gosta da ideia
Moretto, 31 anos, revela ter propostas de clubes da Romênia e da Turquia e ainda sondagens de clubes ingleses e espanhóis. Mas para vingar uma transferência num grande centro, o goleiro precisa ter o passaporte italiano, que ele acredita conseguir até junho.
Para o futebol brasileiro, Moretto revela que não há proposta oficial. Mas um rumor surgido na mídia portuguesa o faz sonhar: jogar pelo Flamengo .
- Houve uma conversa através da imprensa sobre a possibilidade de haver uma troca caso o Bruno saísse do Flamengo para o Benfica. Eu entraria na negociação. O Benfica está interessado nele e haveria a possibilidade de eu voltar para o Brasil. Quem não gostaria de jogar no Flamengo? É um clube que eu admiro, um clube grande, tem a maior torcida do país. É um clube que luta por objetivos e minha vontade é essa, ser campeão, jogar uma Libertadores... O Flamengo tem estes requisitos, um clube que briga sempre, tem uma torcida fanática e você joga sempre sobre pressão. Isso é que é gostoso - finalizou Moretto.
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sexta-feira, 1 de maio de 2009
Patric Lalau Cabral

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terça-feira, 7 de abril de 2009
A "Preocupação" Com os Guarda Redes
A festa continua na imprensa. Hoje o jornal A Bola alerta a nação benfiquista para o facto do treinador não conversar com os dois guarda redes antes de atribuir a titularidade a Quim.
Já nem durmo! Que grande procupação.
Se o Moreira não se queixou não estou a ver qual é o problema...
Já nem durmo! Que grande procupação.
Se o Moreira não se queixou não estou a ver qual é o problema...
posted by J G at 2:13 da tarde
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
Luisão de Fora
O central do Benfica Luisão vai ficar afastado dos relvados entre 10 e 15 dias, porque a ressonância magnética a que ontem se submeteu revelou um estiramento no músculo posterior da coxa esquerda, lesão contraída ao serviço da selecção do Brasil.
O jogo contra o Peru, que terminou com a vitória do Brasil por 3-0, correu mal ao central encarnado, substituído logo aos 12 minutos de jogo, mas as coisas acabaram por ser piores do que pareciam e terá agora de falhar os jogos contra o Estrela da Amadora e a Académica, da Liga.
"Fiquei chateado por sair ainda no primeiro tempo do jogo e também por ter que ficar fora de alguns jogos do campeonato português. Não estou a sentir dores e iniciarei o tratamento o mais rápido possível", comentou o internacional brasileiro.
O jogo contra o Peru, que terminou com a vitória do Brasil por 3-0, correu mal ao central encarnado, substituído logo aos 12 minutos de jogo, mas as coisas acabaram por ser piores do que pareciam e terá agora de falhar os jogos contra o Estrela da Amadora e a Académica, da Liga.
"Fiquei chateado por sair ainda no primeiro tempo do jogo e também por ter que ficar fora de alguns jogos do campeonato português. Não estou a sentir dores e iniciarei o tratamento o mais rápido possível", comentou o internacional brasileiro.
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posted by J G at 11:18 da manhã
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quarta-feira, 18 de março de 2009
Pois Não, Ruben! É Pena Não Podermos Dizer o Mesmo de Vocês
«Não foi difícil recuperar esta semana. São momentos que acontecem, menos bons, mas os adeptos estão connosco. Os benfiquistas nunca faltam nestas horas!»
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terça-feira, 17 de março de 2009
Quim ou Moreira?

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Deixem Jogar o Cardozo!
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Perigo Amarelo
Só para lembrar que Maxi Pereira e Luisão não podem ver cartão amarelo no sábado para não falharem a ida ao Dragão.
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posted by J G at 11:09 da manhã
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Em Defesa de Reyes

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posted by J G at 11:06 da manhã
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domingo, 25 de janeiro de 2009
Sempre Fehér
Estava a ser uma tarde agradável de domingo. Tinha ido a Sacavém, a convite do companheiro Nuno Travassos - central do Sacavenense, para ver o Benfica B. O Nuno foi titular e fez exibição convincente, mas a segunda parte do Benfica B foi demolidora e aquilo deu para a goleada.
No fim ainda troquei uns dedos de conversa com o Nuno Travassos.
Depois foi o regresso a casa. Estranhamente nessa noite optei por ficar sozinho a acompanhar via tv o Vitória-Benfica. Costumo sempre acompanhar a equipa, quando não o faço junto-me a outros amigos benfiquistas para vermos juntos o jogo.
Mas naquela noite não foi assim.
Lembro-me do jogo. Mal jogado, terreno pesado, e um nulo teimoso que nos estava a enervar. Lembro-me perfeitamente de ver João Pereira dar o lugar a Fehér. Uma esperança para os últimos ataques à baliza dos minhotos. Quase no fim a explosão de alegria, Fernando Aguiar marca golo! Festejo sozinho, aos saltos e a gritar: Benfica! Foi de pé, em frente à tv, que vi Fehér retardar uma reposição de bola do Guimarães. Estávamos a ganhar, não havia pressa. Quando se apercebeu que ia levar um cartão amarelo mostrou um enorme sorriso. Contagiante. Também eu sorri, a aprovar o cartão. Foram os últimos instantes de felicidade na minha vida naqueles dias. O que se seguiu foi forte demais para algum dia nos esquecermos.
Fehér deixou-nos a meio da triunfante caminhada para o Jamor. A conquista da Taça foi dedicada a ele, e com ele no pensamento. Passou a fazer parte da nossa memória colectiva.
A sua dolorosa partida teve o efeito de unir quem por cá ficou. A resposta da equipa, do clube e dos adeptos foi de uma grandiosidade comovente. Os grandes clubes são também aqueles que sabem respeitar e dignificar o nome daqueles que o serviram.
Coincidência, ou não, a verdade é que a partir daquele dia trágico o Benfica partiu para a reconquista de troféus. A, já referida, Taça de Portugal apareceu logo no final dessa temporada.
Mas o presidente do clube foi mais longe, prometeu dedicar um título de campeão a Fehér. O tal campeonato que não era ganho há 10 anos. A verdade é que um ano e meio após o último sorriso, Fehér recebeu o título de campeão. E voltámos ao Jamor. Como perdemos tivemos que nos ir vingar ao Algarve e trazer a Supertaça.
Estes troféus também são teus, Miki!
Escrevi isto há 5 anos.
No fim ainda troquei uns dedos de conversa com o Nuno Travassos.
Depois foi o regresso a casa. Estranhamente nessa noite optei por ficar sozinho a acompanhar via tv o Vitória-Benfica. Costumo sempre acompanhar a equipa, quando não o faço junto-me a outros amigos benfiquistas para vermos juntos o jogo.
Mas naquela noite não foi assim.
Lembro-me do jogo. Mal jogado, terreno pesado, e um nulo teimoso que nos estava a enervar. Lembro-me perfeitamente de ver João Pereira dar o lugar a Fehér. Uma esperança para os últimos ataques à baliza dos minhotos. Quase no fim a explosão de alegria, Fernando Aguiar marca golo! Festejo sozinho, aos saltos e a gritar: Benfica! Foi de pé, em frente à tv, que vi Fehér retardar uma reposição de bola do Guimarães. Estávamos a ganhar, não havia pressa. Quando se apercebeu que ia levar um cartão amarelo mostrou um enorme sorriso. Contagiante. Também eu sorri, a aprovar o cartão. Foram os últimos instantes de felicidade na minha vida naqueles dias. O que se seguiu foi forte demais para algum dia nos esquecermos.
Fehér deixou-nos a meio da triunfante caminhada para o Jamor. A conquista da Taça foi dedicada a ele, e com ele no pensamento. Passou a fazer parte da nossa memória colectiva.
A sua dolorosa partida teve o efeito de unir quem por cá ficou. A resposta da equipa, do clube e dos adeptos foi de uma grandiosidade comovente. Os grandes clubes são também aqueles que sabem respeitar e dignificar o nome daqueles que o serviram.
Coincidência, ou não, a verdade é que a partir daquele dia trágico o Benfica partiu para a reconquista de troféus. A, já referida, Taça de Portugal apareceu logo no final dessa temporada.
Mas o presidente do clube foi mais longe, prometeu dedicar um título de campeão a Fehér. O tal campeonato que não era ganho há 10 anos. A verdade é que um ano e meio após o último sorriso, Fehér recebeu o título de campeão. E voltámos ao Jamor. Como perdemos tivemos que nos ir vingar ao Algarve e trazer a Supertaça.
Estes troféus também são teus, Miki!
Escrevi isto há 5 anos.
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posted by J G at 1:26 da tarde
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Ganhou Sim, E... ?

Mundo complicado o do futebol. Admito que é. Para quem tem o futebol bem presente na sua vida ao ponto de todos os dias falar, e escrever assuntos relacionados com este jogo é fácil de entender as ténues diferenças de fronteiras entre clubes, jogadores, e situações que por uns podem ser elevados aos céus,e por outros desprezados.
Teoricamente devia estar aqui a dedicar umas linhas de admiração ao jogador que acaba de receber o prémio de melhor jogador do ano 08. Se é o melhor, e ainda por cima é português eu devia estar orgulhoso e contente.
Mas quem vive tanto o futebol sabe que Desmond Morris estava com a razão toda do seu lado ao publicar a obra "A Tribo do Futebol". Está lá tudo explicadinho. Isto tem regras, códigos, rituais, tradições, e histórias por detrás do que parece banal.
Se eu trabalhasse no estrangeiro hoje seria um dia feliz, calculo eu, por poder olhar para os demais companheiros de outras nacionalidades.
Mas a minha realidade é outra. Eu faço parte da tribo. E é nestas alturas que dá muito jeito ter um blogue já com algum estatuto, ou seja, com algumas centenas de leitores diários. É nestas alturas que me sinto feliz por nunca ter aceite convites para escrever em órgãos de comunicação social "isentos". É que hoje posso escrever sem ter de disfarçar rancores, sem ter de esconder mal estares, e sem ter de enganar ninguém.
O Cristiano Ronaldo foi eleito melhor jogador do ano, prémio FIFA. Muito bem. Parece-me justo. Então e umas palavras de elogios e tal? Nada.
Estou-me nas tintas. Para mim tem tudo para eu não gostar dele. Foi formado no clube visconde, que paga 5 mil contos por putos de 12 anos, e saiu para ir jogar numa equipa inglesa que eu nunca gostei. Azar.
Como posso ficar contente com a vitória de um jogador que marca golos por clubes detestáveis?
Como posso elogiar um rapazito que um dia veio jogar à Catedral convencido que ia seguir em frente na Liga dos Campeões e ao ser eliminado por um golo do Beto do alto daquele horrível equipamento azul me mostrou o dedo do meio?
Parabéns? Se me garantirem que aqueles dois golos que ele espetou nos cabeçudos na época anterior contribuíram muito para o prémio, então aqui ficam os meus parabéns. Mas só por esses dois golos. Ah, e pela celebração do segundo.
De resto, quando oiço falar no "melhor do mundo" só me dá para levantar o dedo do meio sei lá porquê.
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posted by J G at 2:00 da manhã
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terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Luisão Vs Jorge Ribeiro
Segundo alguns relatos o central foi explicar ao defesa esquerdo que não gostou da forma como foram marcados os pontapés de canto.
O que me intriga é que seja só o Luisão que se chateie com estes "pormenores" que todos , no estádio e na tv, podemos observar.
Durante anos tivemos um farol em campo chamado Simão. Depois havia Petit, e Luisão. Hoje só há Luisão o que é manifestamente pouco.
O que me intriga é que seja só o Luisão que se chateie com estes "pormenores" que todos , no estádio e na tv, podemos observar.
Durante anos tivemos um farol em campo chamado Simão. Depois havia Petit, e Luisão. Hoje só há Luisão o que é manifestamente pouco.
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posted by J G at 11:10 da manhã
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terça-feira, 30 de dezembro de 2008
É Isto
Luisão: «Ganhar o próximo jogo é fundamental»
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posted by J G at 2:13 da tarde
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sábado, 27 de dezembro de 2008
Grande Entrevista: Nuno Gomes
Qual a sensação de chegar a 2009 como campeão de Inverno, algo inédito na sua carreira desde que representa o Benfica?
— O título de Inverno é algo simbólico. É evidente que é bom chegar a esta altura do ano na liderança, mas o título que conta é o que se alcança no final do campeonato, em Maio. Apesar do estímulo que tudo isto nos traz, não podemos perder de vista que, na verdade, ainda não ganhámos nada. Temos de redobrar esforços para garantir a defesa do primeiro lugar, até porque já se viu, nos últimos jogos, que temos pela frente mais adversários do que seria suposto.
— Crê que o Benfica está na rampa de lançamento para a conquista do título 2008/09?
— A melhor garantia de que estamos no caminho certo para a conquista do título é o empenho e o trabalho diários. Todos podem contar com esta atitude por parte dos jogadores. Este é o nosso principal objectivo e vamos persegui-lo de todas as formas.
— A entrada de jogadores de grande qualidade, como Suazo, Reyes ou Aimar, tornou mais difícil o seu acesso à titularidade indiscutível. Como reage a este fenómeno? Motiva-o ainda mais?
— É bom para o Benfica contar com jogadores de qualidade, o problema seria se vivêssemos uma realidade contrária. Não há indiscutíveis neste grupo e isso só beneficia a equipa. Estou hoje tão estimulado como sempre estive, porque aquilo que me estimula é vestir a camisola do Benfica! Essa deve ser a postura de qualquer atleta que vista esta camisola.
— O Nuno chegou ao Benfica já depois dos anos dourados da mística. Sente que volta a haver uma ambiência especial dentro do balneário ou isso ainda está longe?
— A responsabilidade de representar o Benfica é algo que todos sentimos, porque a história deste clube é demasiado grande para que alguém possa ficar indiferente a ela. Não vivemos da história, mas queremos fazer história e essa é a nossa responsabilidade! O facto de termos um presidente empenhado na recuperação dessa mística e um director desportivo que a simboliza faz-nos acreditar que estamos no bom caminho!
«Neste Benfica não jogam nomes»
— Este é o melhor plantel encarnado nos 11 anos em que mantém contacto directo com o Benfica?
— Não vou fazer valorações desse tipo, sendo certo que o melhor plantel é sempre aquele que ganha! É sempre muito discutível comparar grupos. O que eu sinto é que temos um bom grupo de trabalho, com jogadores que estão concentrados em ajudar o Benfica, independentemente do nome. Neste Benfica não jogam nomes, jogam profissionais que têm a noção da responsabilidade, mas também do orgulho que é representar o Benfica!
— Hoje em dia, onde se sente mais confortável a jogar, a 9 ou a 10?
— Hoje, como sempre, sinto-me confortável a jogar!
«NINGUÉM RENDE O MESMO TODOS OS DIAS»
— Como explica a inconstância de rendimento da equipa ao longo da época, de Atenas ao Funchal, por exemplo?
— A inconstância é algo próprio das pessoas. Ninguém rende o mesmo todos os dias, qualquer que seja a profissão. Agora, o que houve, em determinadas situações, foi uma variação muito grande em relação ao rendimento da equipa, e é isso que temos de corrigir. Por outro lado, não podemos esquecer que esta equipa teve várias entradas e novos responsáveis técnicos. Tudo leva o seu tempo a ganhar determinadas rotinas e dinâmicas. Não se altera tudo só porque essa é a nossa vontade! Se assim fosse era fácil!
— Sente que este ano há grandes diferenças entre Benfica, Sporting e FC Porto?
— Quero preocupar-me apenas com o Benfica. Não vale a pena olhar para o lado, nem para trás, o importante é concentrarmo-nos naquilo que temos de fazer. Se fizermos isso, no final vamos verificar que cumprimos o nosso objectivo!
— Quique Flores pode ser comparado a alguns dos técnicos com quem já trabalhou? Tem o quê, de quem?
— Qualquer comparação pode levar a algumas injustiças, e por isso prefiro não o fazer. Todos os técnicos tem as suas características e os seus modelos de trabalho. É evidente que o trabalho que toda esta equipa técnica tem desenvolvido deve ser destacado. Há novos métodos de trabalho, uma nova dinâmica. Sinto todos os jogadores motivados!
«saber conviver com as críticas»
— As críticas de Quique Flores depois do jogo com o Metalist foram justas?
— Os jogadores devem saber conviver com os elogios, mas principalmente com as críticas. As grandes equipas e os grandes jogadores são aqueles que nos momentos difíceis conseguem reagir. Se o treinador assumiu a crítica, a única coisa que devemos fazer é ter a humildade de procurar corrigir aquilo que de mal foi feito. As críticas devem ser sempre encaradas como uma oportunidade para melhorar!
— Sem Taça de Portugal nem UEFA, o foco total na Liga é uma pressão acrescida?
— Não é uma pressão, é um estímulo. Jogar para o título é algo normal para quem aqui joga. O que não foi normal foi termos ficado de fora da UEFA da forma como ficámos, mas não vale a pena ficarmos 'agarrados' ao que fizemos mal no passado, o que vale a pena — repito — é analisar o que foi feito e corrigir para o futuro. Se o conseguirmos, como creio que vai acontecer — então a Taça UEFA terá deixado algo positivo neste grupo.
— Rui Costa está próximo da equipa? Como o vêem agora, como um dos vossos, ou como um dos «outros»?
— Só mudou de indumentária, mas continua a ser um dos «nossos» que passou a 'jogar' em outro campo.
— Rui Costa disse recentemente que a sua renovação será fácil. Qual é o ponto da situação e que arestas estão ainda por limar? É para breve?
— O que o Rui disse e eu posso confirmar é que há vontade de ambas as partes em manter esta ligação. Já o disse por diversas vezes que a minha vontade é terminar aqui a minha carreira, mas terminar sabendo que continuo a ser útil e que as pessoas reconhecem que continuo a ser uma mais-valia para o clube. Sinto que o Rui reconhece isso! Mas esse é outro dos assuntos que têm um local próprio para serem tratados e — apesar da vossa curiosidade que é compreensível — não é nos jornais. Quando houver novidades o clube anunciará!
«sinto-me um privilegiado»
— Como avalia o apelo à exigência feito recentemente pelo presidente Luís Filipe Vieira?
— É normal, e é bom que todos tenhamos um grau de exigência grande. Os jogadores são os primeiros a saber do enorme esforço que todos os dias é feito pela SAD para garantir que nada falta aos profissionais do Benfica. Estamos num tempo em que todo o trabalho tem de ser avaliado. O presidente do Benfica tem toda a legitimidade ao exigir de todos os profissionais do clube o máximo empenho!
— Sente-se, por vezes, incompreendido pelo Terceiro Anel, um pouco à imagem do que acontecia nas décadas de 70 e 80, com Nené, o segundo melhor marcador de sempre da história do clube?
— O público tem sido fantástico e só espero que a equipa possa continuar a beneficiar do apoio que nos tem sido dado. Não me sinto incompreendido, sinto-me um privilegiado por poder fazer parte deste clube!
— Já cumpriu 350 jogos pelo Benfica. Sente-se já um símbolo do clube?
— Sinto-me apenas um jogador do Benfica, que quer ajudar e contribuir para os êxitos da equipa. Nada mais do que isso!
— Acredita no apuramento da Selecção Nacional para o Mundial de 2010?
— Temos de acreditar. Apesar do caminho nesta altura ser estreito, temos obrigação de continuar a pensar que é possível estar presentes na África do Sul. A nossa Selecção tem capacidade para dar a volta. Continuo a pensar que é possível!
— O que mudou com a saída de Luiz Felipe Scolari?
- Mudou o nome do seleccionador e naturalmente os métodos de trabalho. Ninguém põe em causa a capacidade de trabalho e a competência do professor Carlos Queirós.
— O que mais deseja para o ano de 2009?
— Sem dúvida, retribuir todo o carinho e apoio que os adeptos nos têm dispensado e poder oferecer-lhes o título de campeão.
in ABola
— O título de Inverno é algo simbólico. É evidente que é bom chegar a esta altura do ano na liderança, mas o título que conta é o que se alcança no final do campeonato, em Maio. Apesar do estímulo que tudo isto nos traz, não podemos perder de vista que, na verdade, ainda não ganhámos nada. Temos de redobrar esforços para garantir a defesa do primeiro lugar, até porque já se viu, nos últimos jogos, que temos pela frente mais adversários do que seria suposto.
— Crê que o Benfica está na rampa de lançamento para a conquista do título 2008/09?
— A melhor garantia de que estamos no caminho certo para a conquista do título é o empenho e o trabalho diários. Todos podem contar com esta atitude por parte dos jogadores. Este é o nosso principal objectivo e vamos persegui-lo de todas as formas.
— A entrada de jogadores de grande qualidade, como Suazo, Reyes ou Aimar, tornou mais difícil o seu acesso à titularidade indiscutível. Como reage a este fenómeno? Motiva-o ainda mais?
— É bom para o Benfica contar com jogadores de qualidade, o problema seria se vivêssemos uma realidade contrária. Não há indiscutíveis neste grupo e isso só beneficia a equipa. Estou hoje tão estimulado como sempre estive, porque aquilo que me estimula é vestir a camisola do Benfica! Essa deve ser a postura de qualquer atleta que vista esta camisola.
— O Nuno chegou ao Benfica já depois dos anos dourados da mística. Sente que volta a haver uma ambiência especial dentro do balneário ou isso ainda está longe?
— A responsabilidade de representar o Benfica é algo que todos sentimos, porque a história deste clube é demasiado grande para que alguém possa ficar indiferente a ela. Não vivemos da história, mas queremos fazer história e essa é a nossa responsabilidade! O facto de termos um presidente empenhado na recuperação dessa mística e um director desportivo que a simboliza faz-nos acreditar que estamos no bom caminho!
«Neste Benfica não jogam nomes»
— Este é o melhor plantel encarnado nos 11 anos em que mantém contacto directo com o Benfica?
— Não vou fazer valorações desse tipo, sendo certo que o melhor plantel é sempre aquele que ganha! É sempre muito discutível comparar grupos. O que eu sinto é que temos um bom grupo de trabalho, com jogadores que estão concentrados em ajudar o Benfica, independentemente do nome. Neste Benfica não jogam nomes, jogam profissionais que têm a noção da responsabilidade, mas também do orgulho que é representar o Benfica!
— Hoje em dia, onde se sente mais confortável a jogar, a 9 ou a 10?
— Hoje, como sempre, sinto-me confortável a jogar!
«NINGUÉM RENDE O MESMO TODOS OS DIAS»
— Como explica a inconstância de rendimento da equipa ao longo da época, de Atenas ao Funchal, por exemplo?
— A inconstância é algo próprio das pessoas. Ninguém rende o mesmo todos os dias, qualquer que seja a profissão. Agora, o que houve, em determinadas situações, foi uma variação muito grande em relação ao rendimento da equipa, e é isso que temos de corrigir. Por outro lado, não podemos esquecer que esta equipa teve várias entradas e novos responsáveis técnicos. Tudo leva o seu tempo a ganhar determinadas rotinas e dinâmicas. Não se altera tudo só porque essa é a nossa vontade! Se assim fosse era fácil!
— Sente que este ano há grandes diferenças entre Benfica, Sporting e FC Porto?
— Quero preocupar-me apenas com o Benfica. Não vale a pena olhar para o lado, nem para trás, o importante é concentrarmo-nos naquilo que temos de fazer. Se fizermos isso, no final vamos verificar que cumprimos o nosso objectivo!
— Quique Flores pode ser comparado a alguns dos técnicos com quem já trabalhou? Tem o quê, de quem?
— Qualquer comparação pode levar a algumas injustiças, e por isso prefiro não o fazer. Todos os técnicos tem as suas características e os seus modelos de trabalho. É evidente que o trabalho que toda esta equipa técnica tem desenvolvido deve ser destacado. Há novos métodos de trabalho, uma nova dinâmica. Sinto todos os jogadores motivados!
«saber conviver com as críticas»
— As críticas de Quique Flores depois do jogo com o Metalist foram justas?
— Os jogadores devem saber conviver com os elogios, mas principalmente com as críticas. As grandes equipas e os grandes jogadores são aqueles que nos momentos difíceis conseguem reagir. Se o treinador assumiu a crítica, a única coisa que devemos fazer é ter a humildade de procurar corrigir aquilo que de mal foi feito. As críticas devem ser sempre encaradas como uma oportunidade para melhorar!
— Sem Taça de Portugal nem UEFA, o foco total na Liga é uma pressão acrescida?
— Não é uma pressão, é um estímulo. Jogar para o título é algo normal para quem aqui joga. O que não foi normal foi termos ficado de fora da UEFA da forma como ficámos, mas não vale a pena ficarmos 'agarrados' ao que fizemos mal no passado, o que vale a pena — repito — é analisar o que foi feito e corrigir para o futuro. Se o conseguirmos, como creio que vai acontecer — então a Taça UEFA terá deixado algo positivo neste grupo.
— Rui Costa está próximo da equipa? Como o vêem agora, como um dos vossos, ou como um dos «outros»?
— Só mudou de indumentária, mas continua a ser um dos «nossos» que passou a 'jogar' em outro campo.
— Rui Costa disse recentemente que a sua renovação será fácil. Qual é o ponto da situação e que arestas estão ainda por limar? É para breve?
— O que o Rui disse e eu posso confirmar é que há vontade de ambas as partes em manter esta ligação. Já o disse por diversas vezes que a minha vontade é terminar aqui a minha carreira, mas terminar sabendo que continuo a ser útil e que as pessoas reconhecem que continuo a ser uma mais-valia para o clube. Sinto que o Rui reconhece isso! Mas esse é outro dos assuntos que têm um local próprio para serem tratados e — apesar da vossa curiosidade que é compreensível — não é nos jornais. Quando houver novidades o clube anunciará!
«sinto-me um privilegiado»
— Como avalia o apelo à exigência feito recentemente pelo presidente Luís Filipe Vieira?
— É normal, e é bom que todos tenhamos um grau de exigência grande. Os jogadores são os primeiros a saber do enorme esforço que todos os dias é feito pela SAD para garantir que nada falta aos profissionais do Benfica. Estamos num tempo em que todo o trabalho tem de ser avaliado. O presidente do Benfica tem toda a legitimidade ao exigir de todos os profissionais do clube o máximo empenho!
— Sente-se, por vezes, incompreendido pelo Terceiro Anel, um pouco à imagem do que acontecia nas décadas de 70 e 80, com Nené, o segundo melhor marcador de sempre da história do clube?
— O público tem sido fantástico e só espero que a equipa possa continuar a beneficiar do apoio que nos tem sido dado. Não me sinto incompreendido, sinto-me um privilegiado por poder fazer parte deste clube!
— Já cumpriu 350 jogos pelo Benfica. Sente-se já um símbolo do clube?
— Sinto-me apenas um jogador do Benfica, que quer ajudar e contribuir para os êxitos da equipa. Nada mais do que isso!
— Acredita no apuramento da Selecção Nacional para o Mundial de 2010?
— Temos de acreditar. Apesar do caminho nesta altura ser estreito, temos obrigação de continuar a pensar que é possível estar presentes na África do Sul. A nossa Selecção tem capacidade para dar a volta. Continuo a pensar que é possível!
— O que mudou com a saída de Luiz Felipe Scolari?
- Mudou o nome do seleccionador e naturalmente os métodos de trabalho. Ninguém põe em causa a capacidade de trabalho e a competência do professor Carlos Queirós.
— O que mais deseja para o ano de 2009?
— Sem dúvida, retribuir todo o carinho e apoio que os adeptos nos têm dispensado e poder oferecer-lhes o título de campeão.
in ABola
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posted by J G at 3:31 da manhã
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Força Quim ( Há Quem Esteja a Sofrer Mais que Tu)
Lê-se n'A Bola:
Daniel Zitka, guarda-redes do Anderlecht, viveu uma noite de pesadelo na última sexta-feira, na partida do campeonato belga com o Dender. A equipa de Bruxelas até venceu (2-0), mas o internacional checo, 33 anos, ao sair da baliza para socar uma bola, fracturou a perna e partiu dois dentes. Quando era transportado para a ambulância, ainda no relvado, caiu da maca após um bombeiro ter escorregado.
Daniel Zitka, guarda-redes do Anderlecht, viveu uma noite de pesadelo na última sexta-feira, na partida do campeonato belga com o Dender. A equipa de Bruxelas até venceu (2-0), mas o internacional checo, 33 anos, ao sair da baliza para socar uma bola, fracturou a perna e partiu dois dentes. Quando era transportado para a ambulância, ainda no relvado, caiu da maca após um bombeiro ter escorregado.
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posted by J G at 1:25 da tarde
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Katsouranis a Caminho dos 100 Jogos

Em Coimbra o grego pode completar a bonita soma de 100 jogos pelo Benfica.
Depois da fase delicada a meio da época passada, Katsouranis volta a ser indiscutível na equipa.
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posted by J G at 1:51 da tarde
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Os Números da Revelação Sidnei

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posted by J G at 1:49 da tarde
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Grande Reyes
Estou superfeliz no Benfica, a família que está comigo também está contentíssima em Lisboa e e não tenho dúvida que assinaria contrato de olhos fechados.
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posted by J G at 11:43 da manhã
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
Roger Sempre em Grande

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posted by J G at 1:14 da tarde
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sexta-feira, 31 de outubro de 2008
5 Anos de Vieira: Jogadores

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posted by J G at 9:50 da manhã
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